Eu sou uma pessoa com habilidades internetísticas duvidosas. Nem sei como consigo ter um blog. Aliás, nem meu o blog é. Quem criou foi o Christiano, ele é o dono de blog, ele que deu nome e cara ao blog ( já notaram que o visual é meio masculino?). Os primeiros posts no início também são dele. Eu apossei do blog de enxerida. Eu queria tudo diferente. Outro nome, outro plano de fundo, outro design. Mas, não dou conta. Então, sigo tocando o blog dele como se fosse meu.
Tudo isso é pra dizer que eu não consigo colocar fotos direito, e estou tendo uma dificuldade imensa em postar vídeos. Tem cada um mais legalzinho do que o outro, mas tem um problema entre o teclado e a tela. Aliás, um pouco pra cá do teclado. Um problema que também afeta o mouse...
Por isso, eu estou enrolando pra falar sobre um monte de coisas e lugares, porque na minha imaginação, sai tudo bonitinho, fotos alinhadas, com montagens interessantes, vídeos e textos. Mas, quando sai da imaginação, a coisa degringola. E vira só texto. Ou texto + fotos retiradas do google images.
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Semana passada fomos pela segunda vez ao Borboletário de Houston (se é que podemos usar esse nome para traduzir o
Cockrell Butterfly Center). É um lugar super interessante dentro do Museu de Ciência Natural de Houston (HMNS), porém `a parte (entenderam?). A entrada é separada, outro ticket ($), e mesmo assim, vale a pena. Fizeram uma mini-floresta tropical dentro de um prédio , na verdade uma estrutura de vidro de três andares. Não sei ao certo quantos metros quadrados, não é muito grande ( tem um maior na Flórida), mas mesmo assim, é impressionante. No centro, uma queda d' água de 50 pés de altura (mais ou menos 20 metros) e em volta, uma infinidade de plantas exóticas (pra eles), mas algumas familiares para nós, já que são exemplares das regiões tropicais do planeta. Claro que tem coisa diferente pra nós, tipo cabaça da Índia, essas coisas( mas se falasse cabaça do Araguaia, passava fácil). Pois bem, no meio desse mini-Éden, passeando pra lá e pra cá, "
brancas azuis amarelas e pretas, brincam na luz, as belas borboletas."
As fotos acima não são minhas. Vocês nem perceberam, né? Foram retiradas do site oficial do Cockrell Butterfly Center
Literalmente, são centenas de borboletas de todos os tamanhos e cores que deixariam Cecília Meirelles ainda mais inspirada. Muito lindo. A dica é que se vá com roupas coloridas e alegres, assim elas pousam em você. Quem estiver de viagem pra Houston, eu recomendo. E não são só borboletas. Tem o Entomology Hall com exemplares de um monte de insetos exóticos (todos vivos), como aqueles bichinhos que parecem gravetos, esperança cor-de-rosa (linda), louva-deus e até barata (urgh!). Aliás, barata não, TUNIGA (formiga) GANDE, como diz a Laura!!! Interessante como as crianças não tiveram medo algum. Nenhuma das crianças que vi por lá mostraram algum medo. A gente vê aquele tanto de criança curiosa tudo achando o trem-mais-bão-do-mundo olhar grilo, barata, abelha e besouro. Fora as aranhas e lagartas. (essa parte da exposição é dentro dos vidros, ok?) Que dia na vida que eu ia achar graça em ver coró (é assim que se chamam as lagartas em Goiás!) quando eu era criança. Morria de medo deles. Saía correndo como se eles fosse me alcançar.

Como tudo nos EUA, a exposição é bem lúdica e interativa. Nunquinha na vida que eu subiria num corózão desses quando criança!!!
Nesse espaço, as borboletas voam livremente e você vai caminhando, subindo e descendo escadas. Com sorte, alguma pousa em você.(ou azar, depende do ponto de vista!)
Nessa parte, elas estão expostas post mortem. Cada gaveta dessas tem um tanto de inseto pra ver de perto a anatomia do bicho.
EM uma parte da exposição, também protegida por vidro, ficam uns casulos catalogados por espécie. Uns 500, mais ou menos. No começo, achei que era de mentirinha. Mas, olhei com atenção e eles estavam se mexendo!!! Depois, percebi que haviam algumas borboletas voando, timidamente, entre os casulos. Era um berçário de borboletas de verdade! Achei o máximo.
As minhas crianças também acharam o máximo. Bia ficou triste porque a borboleta não quis pousar nela. Mas na hora H, amarelou. Ficou meio assustada. Laura também estava super empolgada, mas aí, uma borboleta resolveu gostar dela demais. E ficou lá pousando nela o tempo inteiro. Ela "grilou", para usar o termo do mundo dos insetos.
Pois bem, no meio daquela borboletaiada toda, também tem um sapo no toco de uma árvore e uma iguana chamada CHARRO (fica na grade, pessoal). Mas, vira e mexe, um funcionário ou voluntário do museu, tira o CHARRO pra dar uma volta. NO dia que fomos, a moça tirou o bicho pra passar creme hidratante, porque senão a pele dele resseca, pode? Ela aproveita pra falar um pouco da espécie e convida as crianças a passarem a mão no réptil. Eu seria capaz de rasgar meu diploma passaporte que as as meninas não iam querer de jeito nenhum, mas, nunquinha da silva, passar a mão naquele bicho desgramado de feio. Mas, ainda bem que não apostei, porque tiveram menos medo do bicho do que das borboletinhas. E a prova está aqui:
É claro que os vídeos não funcionaram, né? Tentei milhares de vezes... Fica pra próxima.