sábado, 13 de outubro de 2012

Pollyana revoltada.

B - Manhêêê!!!Buáááá - Lá vem a criança média gritando desesperada.

M - O que aconteceu, Bia? Calma, para de chorar.
B - A Laura bateu na minha cabeça com a colher de cozinhar (colher de pau)
M - Laura, minha filha, é verdade, isso?
L -  dá um sorriso tão grande, que chega a fechar os olhinhos, confirmando a acusação da irmã.


B - Manhêêê!!!Buáááá - Lá vem a criança média gritando desesperada.
M - O que aconteceu, Bia? Calma, para de chorar.
B - A Laura jogou água no meu rosto.
M - Laura, minha filha, é verdade, isso?
L -  dá um sorriso tão grande, que chega a fechar os olhinhos, confirmando a acusação da irmã.


B - Manhêêê!!!Buáááá - Lá vem a criança média gritando desesperada.
M - O que aconteceu, Bia? Calma, para de chorar.
B - A Laura mordeu meu nariz!
M - Laura, minha filha, é verdade, isso?
L -  dá um sorriso tão grande, que chega a fechar os olhinhos, confirmando a acusação da irmã.




Chego na sala, está Laura em cima do sofá (não no assento, na parte superior do encosto) fazendo movimentos com os braços como se estivesse batendo as asas, pronta pra alçar vôo.
- Laura, minha filha o que está fazendo?
-  Uai, Voando, mãe.
- Minha filha, você não sabe voar, sabia?
- Clalo, mãe! Sou pequena ainda! É só de mentilinha. ( como se fosse voar, quando ficar adulta)

Todos os dias, a professora da escola da Laura anota como foi o dia da criança na escola. Se ficou feliz ou triste, se ficou ativa ou quieta, se comeu pouco ou  muito, se prestou atenção, se revezou com os coleguinhas, essas coisas. São as Toddler Tales.  Na anotação de ontem, segundo a professora, Laura não prestou atenção durante todo o período do Circle Time, é quando a professora canta musiquinhas, apresenta as letrinhas e atividades do dia.) Motivo: Ficou fazendo posições de YOGA enquanto a professora dava o conteúdo. Quando cheguei ara buscá-la, a professora me contou essa história. Pensa na fofura de uma criança de 2 anos em posições meditativas no meio das outras crianças, enquanto a professora tenta dar aula. Não teve jeito, ficou de "time out."  Mas, a professora teve que segurar pra não rir.

Laura inventou agora que não quer comer carne, nenhum tipo. Virou vegetariana.
M=  Isso é frango, Laura. Frango não é carne.
L= Não?
M= Claro que não.
L = Então, tá! Nhoc.

Essa noite, somos acordados as 5 da manhã por uma criança aos berros.
 - Ligu ale, Ligu ale - Laura gritava.
 E eu, sem entender, achando que ela estava misturando português e inglês ( ela tem feito isso)
- Ligu ale, ligu ale!
- O quê minha filha?
- Tá calô, ligu ale!!
Empacotei tanto as meninas, com medo de passarem frio, que a menina acordou de calor, me pedindo pra ligar o ar condicionado!



quinta-feira, 11 de outubro de 2012

6 meses de América

Eu ia fazer um post contando sobre esses 6 meses, fazendo uma retrospectiva e colocando fotos. Seria um post legal... Mas, tudo que consigo pensar neste momento é em dizer "Obrigada!" 
"Obrigada, Deus."
 E , como "obrigada" não é uma palavra muito poética, eu vou usar o termo "obrigado" a partir de agora, mesmo sabendo que deveria concordar com o gênero de quem escreve. Então, no clima do Thanksgiving (que ainda está longe, mas já estamos no ritmo), o que consigo dizer é isso:

Obrigado, meu Deus!
Obrigado pela oportunidade de estar aqui. Obrigado pelo país, Estado e cidade que nos acolhem.  Obrigado pelo lugar que moramos. Obrigado pelo carro que temos. Obrigado pela MHS, FBA, BDCS (escolas das meninas). Obrigado porque elas vão pra escola sem chorar. Obrigado porque minha mãe ficou comigo esses 6 meses. Obrigado porque estou me virando sem ela. Obrigado porque consigo viver sem empregada e sem babá. Obrigado porque lavar o banheiro não é divertido, mas também não é o fim do mundo. Obrigado porque estou ficando expert em bolo de cenoura. Obrigado pelas duas páginas de scrapbooking que eu fiz. Obrigado porque não engordei. Obrigado porque minha família está mais unida. Obrigado porque aqui, posso passar mais tempo contigo. Obrigado pela First Baptist, United Methodist Bellaire e Congregation Beth-Messiah ( igrejas que frequentamos). Obrigado porque as crianças pararam de adoecer. Obrigado pelo meu casamento que está melhor. Obrigado porque não estou sentindo tanta falta de ser médica. Obrigado pela minha licença-prêmio. Obrigado pela Tua provisão. Obrigado pelo blog e por seus leitores. Obrigado porque aquele calorão passou. Obrigado pelo outono. Obrigado porque não teve furacão, nem qualquer outra calamidade. Obrigado pela família que está no Brasil. Obrigado pela internet, que diminui a saudade. Obrigado pelo whatsapp, com o qual falo com meus irmãos todos os dias. Obrigado pelos amigos amados que lá ficaram. Obrigado pelas amigas brasileiras do grupo Brazilian Moms in Houston. Obrigado pelas pessoas que estão aqui e que nos ajudaram em momentos certos. Obrigado pelas orações daqueles que torcem por nós. Obrigado também pelos que não torcem ( eles são estímulos pra que a gente se supere e faça tudo dar certo). Obrigado pelos meus vizinhos. Obrigado porque estás presente aqui, como estaria em qualquer lugar. Obrigado por tudo!
Em nome de Jesus,
Amém.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Preciosas Promessas

"Respondeu Jesus: Se alguém me ama, 
guardará a minha palavra;
 e meu Pai o amará, e viremos para ele 
e  faremos nele morada."

João 14:23

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O dia em que as chupetas também foram embora

Aconteceu algo inédito aqui em casa essa semana.Vocês acreditam que Papai Noel, também conhecido com Santa Claus nas bandas de cá, parou tudo o que estava fazendo e veio dar as caras na minha casa?Não bastasse ele sair das terras geladas nessa época tão crítica, ele interrompeu toda a linha de produção e fez chegar aqui uma cozinha linda, toda bege e rosa, com trocentas panelinhas, talheres e comidinhas (que diga-se de passagem, demorou horas pra montar!) E ainda deixou um cartão para Bia e para a Laura com os seguintes dizeres:


" Queridas Beatriz e Laura,

Vocês estão de parabéns porque conseguiram dormir sem bicôco. Vocês são princesas e não bebês, por isso não precisam mais de bicôco. Por causa da sua coragem passei por aqui e deixei essa cozinha pra vocês brincarem. Ah! Também peguei TODOS os bicôcos da casa e dei para as renas-bebês que acabaram de nascer. Elas adoraram! Obrigado! Continuem sendo boas meninas, no Natal tem mais. 

Ho, Ho, Ho.

Ass: Papai Noel."


Não é um fofo esse velhinho?Ele estava de olho quando mamãe resolveu executar o plano malévolo de tirar as chupetas das crianças (bicôco=chupeta). Afinal, vovó foi embora, assim mamãe estava livre pra fazer maldades! (Vovó jamais permitiria uma coisa dessa!) Mas, mamãe estava cansada de ver aquelas "mutrecas" indo pra escola de bico, enquanto as crianças americanas da mesma idade comem sozinhas, vestem-se sozinhas, atravessam a rua sozinhas (!), limpam a própria bagunça, dirigem, fazem compras, cuidam da casa e fazem faxina. Aí, era tipo assim, um verdadeiro vexame, essas meninas de bico.O choro foi  muito menor que eu esperava, mas ainda assim, vovó Tatá não suportaria.Desespero, desespero mesmo, foi só na primeira noite. Tentaram o dedo, a perna da boneca, mas nada tinha o mesmo sabor do bicoquinho... O pai até saiu de cena, porque a mãe planejou tudo sozinha e  o colocou na enrascada. Mas, na segunda noite, já não teve choro. Só tristeza e reclamação, mas sem o berreiro insano da primeira noite. Papai Noel também mandou um e-mail de encorajamento no segundo dia, com uma foto dele experimentando a chupeta ( beleza essa internet!) Na terceira noite, não teve mais nada.

E foi  desse jeitinho assim que as chupetas foram parar lá no Pólo Norte.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

O dia em que minha mãe foi embora


O dia amanheceu friozinho. Temperatura agradável, coisa rara aqui desde que chegamos, em abril. Sinal de que o outono já chegou, e veio pra ficar.  
Um dia comum, arrumando as crianças para escola, não fosse pela pergunta da Bia: 
Cadê a vovó?
Pois a vovó voltou pra Brasil, Bia.
Espanto! Buá e dá-lhe buá. 
Ai, se eu pudesse, chorava também, Biazinha.
Enfim, o dia começou assim, sem graça. Faltando alguma coisa. 
"Eu gosto do carro cheio de gente pra me deixar na escola."
Um olhar pra cama vazia e fiquei quase triste.
É que minha mãe enche uma casa. Corre daqui e dali, ajeita uma coisa, cata outra. Socorre uma criança, acode uma panela.  Conversa daqui, ri de lá, conta uma história, e  solta uma gargalhada.  
Mas, ela volta em dois meses. Foi ali dar uma passeadinha no gigante deitado eternamente em berço esplêndido, como ela gosta de chamar nossa pátria...
Dois meses, então, nem dá pra fazer drama. Dois meses pra casa cheia de novo. O Halloween pra mim vai durar dois meses...
E então, de repente, vai ser Natal.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Cebolas, "acorns" , William e Joe

Eu continuo encantada com as escolas de crianças... Eu e minha fiel câmera fotográfica (ok, na verdade é um iphone...) seguimos inseparáveis, e não é diferente na escola das meninas... Vou falar sobre a escola das pequenas, mas o próximo post é sobre a escola da filha grande, digo, da filha mais velha.
Hoje fotografei a salinha da Laura, que estava mais linda do que nunca, cheia de trabalhinhos das crianças dependurados pra tudo que é lado. Laura está super `a vontade na escola e já conversa com os colegas. Não sei como, mas parece que eles se entendem... Ela fala em português, eles respondem em inglês, ela fala um "No" aqui, um "Yes", ali, um "Ok" de cá e um "Uh, Oh" de lá... Coloca aí  no meio meia dúzia de palavrinhas que já conhece, como doll, bug, block, boo-boo, acrescenta um "Please" e um "Thank you"... e pronto,  está feito o diálogo! 
 De vez em quando, ela ainda bate um papo com o espelho, mas a interação com crianças de verdade está cada vez mais intensa. Bonitinho ela pedir pra ir ao banheiro."I wanna go potty" Só que o tt tem som de r em inglês (como em "americano", "caro", "papiro", etc) e, como ela ainda não consegue falar esse fonema, a palavra sai "póli", "beauliful" , "bullefly" ou seja, uma versão feminina e americana do Cebolinha. E fofa. E tem o "twinkle, twinkle." Ah!  O twinkle, twinkle! Que vontade de apertar quando ela está cantando ( na verdade, tentando cantar) o twinkle, twinkle. Vou tentar postar um vídeo ( De novo. Sou brasileira, não desisto nunca. Um dia sai.).  Esses dias, ela chegou falando: "Mãe, mãe! Intópa!" Intópa!" Que diacho é Intópa, gente? Eu custei a entender...
Era STOP!                                          




















Beatriz também está uma coisa incrível na aquisição do novo idioma.
Ontem chegou contando que pegou um "acorn" e a Ms. Rogers disse que não podia. E eu sem saber o que era "acorn"... Fiquei  imaginando que ela não tinha entendido bem. Pegou o quê, Bia? Um acorn mãe. Um o quê, menina? Um acorn, no outside playground. E como ela insistia muito no danado do acorn, fui ver do que se tratava. Pedi pra ela falar devagar, pra ver se era isso mesmo que eu estava entendendo e fui consultar o pai dos burros. Pois está lá. Acorn - the nut of the oaks. Ou seja, a castanha do carvalho [a mesma que  aquele esquilo(?) da Era do Gelo persegue o tempo todo]. Parece que ela andou catando essas pequenas nozes no parquinho a professora ficou preocupada, porque não são comestíveis...

Pois ela já fala frases completas, com estrutura gramatical mais rebuscada. "Tão pequenininha e já sabe usar phrasal verbs", a gente fala aqui em casa...  Phrasal verbs são o ó... Quando canta as músicas,  conseguimos compreender totalmente. Acaba enrolando em algumas palavras, mas, no geral, vai muito bem... Tanto que a nossa programação de colocá-la em uma escola pública no próximo ano provavelmente vai furar...  Isso porque a escola pública só é gratuita (aos 4 anos) aqui no Texas, se a criança não for fluente em inglês A partir dos 5 anos, é gratuita pra todo o mundo, mas com 4 aninhos, só para os não faladores da língua. Parece que ela não preencherá o pré-requisito, pois vai acabar sendo fluente em pouco tempo. 
Está um sufoco cada uma em uma escola diferente, mas eu sou apaixonada pelas duas escolas. Como são escolas cristãs, não comemoram o Halloween, o que eu particularmente achei uma beleza, porque as meninas têm medo. A Bia estava apavorada com a possibilidade de ter o Halloween. Ela não cansa de dizer: "Não gosto de Halloween, mamãe. Nem de Carnaval." Parece crente, essa menina, gente! Hehe
***
Esses dias me ligaram da escola da Laura ( a diretora me ligou) pra falar que no pão não tinha presunto. Eu disse que ela não gosta de presunto, por isso não coloquei. Mas, segundo a diretora, eu tenho que colocar uma proteína. Mas tinha queijo! Queijo é proteína, ora. Não servia. Queijo entra como produto lácteo. Se eu usá-lo pra ser fonte de proteína, tenho que mandar outro produto lácteo. Um iogurte, ou mesmo um pouco de leite. Sempre mando, mas não quis criar caso. O fato é que tem que ter um alimento de cada grupo - frutas e verduras/ carboidratos - pães e cereais/ leite e derivados/  carnes ou ovos ou produtos contendo proteínas. Eles são super rigorosos quanto a isso. Existe uma  Fiscalização por parte do Governo ( apesar de a escola não ser pública), pra checar se as crianças estão comendo adequadamente. E fui avisada da necessidade de ter o alimento disponível, mesmo que a criança não coma, se ela não quiser. Mas tem que estar lá, na lancheira dela. Achei o caso muito interessante, e tenho uma porção de considerações a respeito. Primeiro, é bom saber que a escola se preocupa. Mas, também acho que o que minha filha come é problema meu e ninguém deveria se interpor. Ao mesmo tempo, trata-se de uma orientação nutricional adequada, então, é digna de ser seguida.  O negócio de ter o alimento disponível é interessante também, a criança se acostuma com os grupos alimentares. Como vocês podem ver, estou um pouco dividida em relação aos prós e contras, mas tenho uma tendência a ser a favor.

De uma maneira geral, crianças americanas se alimentam melhor que as brasileiras. O lanche  - que na verdade é o nosso  almoço - contém cenouras, tomates cereja, talos de salsão...Também é comum que eles comam brócolis e couve-flor. Tudo cru, gente!! Coloca-se um molhinho pra mergulhar os legumes pra criança aceitar melhor.  Também é quase tudo finger food, pra que elas possam comer sozinhas. Nem as mães daqui dão comida para os filhos, pensa se professora vai dar... Colocam no prato, é dado o tempo de uma  refeição normal (20-30 min). Quem comeu, comeu. Quem não comeu, fica pra próxima.


As minhas custam a comer o arroz/feijão. São alimentadas por mim ou pelo Christiano. Aquele stress total, a gente correndo atrás das meninas, fazendo pressão.  Menu monótono, porque se variar, ninguém nem prova.  Na escola, ninguém fica do lado falando "olha o aviãozinho", "abre o bocão de jacaré", "só mais uma colherada" ... É quem comeu, comeu. Pensa que dificuldade tem sido montar o lanche dessas crianças!!  Mando frutas sabendo que vão jogar fora (mas tem que ter disponível), porque também tem isso: o que não comeu, taca no lixo. Sem dó. Verduras ainda não mandei. Acho que no dia que elas comerem couve-flor crua no lanche, eu solto uma caixa de foguetes.



Quando fui buscar Laura na escola ontem ela me disse; Eu não gosto dessa cebola. Que cebola, minha gente? Vou buscar a menina na escola e ela sai com essa, do nada, que não gosta de cebola... Fiquei pensando... Será que tinha tido cebola no lanche de alguém? Seria possível uma coisa dessa? Uma criança toda feliz e contente dando mordidas numa cebola na hora do lanche? Era essa que me faltava! Mas, logo ela apontou para as cebolas ás quais se referia. Na verdade, eram as tais abóboras decorativas! De tanto ver as abóboras com caras assustadoras, agora ela tem medo de abóbora. De todos os tipos.  Mesmo as de carinha simpática. E até das abóboras sem cara nenhuma, que ela chama de cebola!





Dia desses, dei a maior rata. Entrou no elevador da escola da BIA uma mãe coreana/tailandesa/japonesa/vietnamita... enfim, vocês já sabem: ASIANA! Ela e o filhinho dela também de olhinhos puxados. Lindinho o menino. Então, ela foi e cumprimentou a Bia. Hi, Beatriz! E se apresentou pra mim, falando que o menino era da sala da Bia. E eu,  querendo ser simpática, fui logo dizendo. Eu sei! Ele é o William não é?
Pausa.
Não era. Ele era o Joe.
Aff! São todos tão iguaizinhos...

***

Para mim, tem sido um verdadeiro privilégio, poder oferecer `as minhas filhas um tipo diferente de educação. Educação de qualidade, que visa não somente o crescimento acadêmico (ninguém, na verdade, está muito interessado em crescimento acadêmico quando se trata de em uma criança de 2 anos), mas também e principalmente a oportunidade de vivenciar outros idiomas, sabores, tradições e culturas e assim, crescer em todos os aspectos. Estamos em uma cidade muito internacional, com gente de todo lugar do mundo. São indianos, asiáticos, alemães, latino-americanos, árabes, judeus, americanos.  Desejo que minhas filhas consigam  aproveitar ao máximo  esse tempo construindo uma mente aberta, de tal forma que não abram mão de seus princípios (estes são ensinados em casa!), mas respeitem diferentes olhares sobre o mundo.  Que julguem as pessoas "pelo seu caráter e não pela cor de sua pele".   E que assim possam  crescer em "estatura, sabedoria e graça, diante de Deus e dos homens."  
***
 Se você que me lê ainda não sabe o que estamos fazendo aqui, releia o páragrafo acima. É isso.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Preciosas Promessas

" Lâmpada para os meus pés é Tua palavra,
e luz para os meus caminhos."

Salmo 119:105