sábado, 15 de agosto de 2015

Patrulha da Moral e dos Bons Costumes.

Tanto tempo que tenho que reapresentar. São três filhas.
Julia, a mais velha. Linda e complicada, como todo primogênito. 
Beatriz é a do meio. É a que tem mais senso de justiça, como todo filho do meio.
Laura é a caçula, a mais desencantada. Da "pá-virada" - como todo caçula.
Todas são criadas da mesma forma, educadas com os mesmos valores de família e religião
Mas a Bia é a patrulheira oficial da Moral e dos Bons Costumes.  As últimas patrulhas:

 - Manhêêêê!! A Julia tá assistindo Pretty Little Liars.
-  E o que é que tem, Bia?
- Manhê!!! Hello?? LIARS  (mentirosas)  L-I-A-R-S. I don't think you understand. :"Liars". Do you?


- Manhêêêê!! Meu pai tá assistindo Criminal Minds.
- E o que é que tem, Bia?
- Criminal, mãe. C-R-I-M-I-N-A-L. Você acha que isso agrada a Deus, hein, hein?

 - Manhê!! Vc viu o nome do episódio que a Julia está assitindo? Viu? 
 - Não, Bia. Qual é? 
 - A BIN OF SIN, mãe! (Um latão de pecado)"SIN", mãe. Sabia que Sin é pecado? Sabia? Jesus não gosta disso, mãe! JULIA, ENTÃO VOCÊ ODEIA DEUS???


 -Manhêêê. Minha professora falou que gosta de Rolling Stones.
 - São bons, mesmo, Bia.
- Mãe!! São ROQUEIROS!
- Eu sei, Bia.
-Você sabe o que são roqueiros, mãe? Sabe, Sabe?
 SÃO PESSOAS QUE TOCAM EM CADEIAS! THEY ARE ALL IN JAIL, mãe!!

 Não sei de onde essa menina tira essas coisas. Pero  me gusta! 
pinterest.com


quinta-feira, 16 de abril de 2015

Congratulations, you have MATCHED!!

O sumiço foi tão grande, que nem sei por onde começar.
Vou começar pelo começo.
Há aproximadamente 8 anos atrás, o sonho de exercer a Medicina nos Estados Unidos começou a tomar corpo. Aconteceu durante nossa visita ao Arizona e a Califórnia, em dezembro de 2007. Nessa ocasião, entramos pela primeira vez em um hospital americano com a visão de médicos ( eu já havia estado em um hospital em New Jersey uns 25 anos antes, mas como paciente). Na viagem de 2007, foi diferente. Então, a pergunta nos foi feita pela primeira vez: "Por que vocês não vêm pra cá?"
"Não, muito obrigado, temos a vida estabelecida no Brasil."  E  ponto final.
Fomos tocando a vida estabelecida que tínhamos. Fazendo planos, traçando metas, dando aulas. Pós-graduações, mestrados. Trabalhos publicados. Concursos. Foram nascendo mais filhos. Menos plantões.  Alguns cargos assumidos. Outros deixados. Alguns convênios dispensados.  Novas histórias.
Mas o eco daquela pergunta ficou repetindo lá dentro até 2010, mais ou menos. Neste período, algumas consultas informais em fóruns, chats e comunidades do Orkut, enquanto a gente ia levando a vida de um casal de médicos brasileiros com três filhas pra criar. Estávamos muito bem: bem sucedidos e bem estabelecidos, mas não muito satisfeitos - uma dose de mimimi a gente sempre tem. (Vem com o diploma).
 De repente, a pergunta não quis mais calar.  Por que, afinal, a gente não ia pra América? Porque era impossível, ora essa.
As consultas passaram então a ser mais intensas - a comunidade do Orkut ajudou muito. Naquela rede social - que teve sua maior popularidade no Brasil -  conheci gente que tinha conseguido. Médicos brasileiros! Gente como a gente. Quero dizer, uns bons anos mais novos. Solteiros. Recém-formados. Mas tinham conseguido. Estavam nos Estados Unidos como médicos!!
E foi assim, lendo a história de cada um deles, que buscamos inspiração para nossa história.
Fomos vendo gente como a Thaís, o Marcone, o Henrique, o Léo Batista, e tantos outros... Fomos vendo eles conseguirem!! Seus depoimentos nos deram força. A Arlete! Sábias palavras da Arlete.
O processo era muito burocrático. A faculdade deveria ser contactada ( depois de tantos anos!!) , nossos históricos, formulários, diplomas, traduções juramentadas... Form 183, Form 186, ECFMG, USMLE, tudo parecia tão confuso. Mas fomos criando coragem. E fazendo tudo step by step. Literally.
A decisão de vir foi sedimentando em nossos corações até se tornar algo calmo e possível. Não foi de supetão, não foi do dia pra noite.  As ideias foram saindo da cabeça, indo pro papel, saindo do papel e indo pra vida real.
Foi assim com muita vontade, um pouco de coragem e um tanto de medo que viemos. Tudo regado a muita oração - porque a gente não é forte e seguro o tempo todo.
Viemos com visto F para estudarmos em tempo integral para o que seria nosso objetivo final - o MATCH. Tiramos filhos da escola, deixamos empregos, fechamos consultório e desprendemos de muita coisa. Ficamos mais leves pra recomeçar.  E, de repente, nossa vida se resumia em nove malas.
(No dia 9 de abril de 2012 chegamos aqui e um pouco dessa história você pode conhecer lendo os posts dessa época).
O caminho foi curso de inglês ( Sim, precisava!)  e preparatório Kaplan para USMLE  presencial. Algumas portas tivemos que bater, fazer a nossa parte e fazer pesado! ( Deus ajuda quem cedo madruga...) Mas, outras se abriram, miraculosamente, com uma dose inquestionável de sobrenatural ("Aos seus amados, Ele dá enquanto dormem...") E foi assim que surgiu a Pesquisa no MD Anderson, o visto J1 e o fellowship na Universidade do Texas.
Há exatamente um mês, no dia 16 de março de 2015, recebemos o email que vislumbramos pela fé nos últimos 3 anos - "Congratulations, you have matched."


Essa é a cara de felicidade do futuro residente de Anestesia da University of Mississippi  Medical Center UMMC


Poucos sabem o peso e o significado dessa frase. Para os que já leram, you know what I'm talking about... Para os que ainda sonham, espero servir de estímulo.
Pra quem não sabe do que eu estou falando, não conseguirei explicar o inexplicável. É difícil - quase impossível - falar que essa alegria que não cabe no peito significa um passo pra trás. Um passo  ENORME pra trás. Pra se ter uma ideia,  no ano que  inicia em julho de 2015, ele será um PGY1 - um interno/ um R1... E estamos felizes!!!!
Sim, estamos celebrando nos EUA o que ele já conquistou há 19 anos no Brasil. Fará Residência de novo. Mas significa muito. É esse passo imenso pra trás que nos permite dar um passo maior ainda pra frente. E esse passo vai mudar a vida das minhas filhas.  Para isso deixamos tudo pra trás e embarcamos rumo ao desconhecido.
No estacionamento do supermercado, não seguramos as lágrimas. E choramos de felicidade. Não se engane, ainda temos muito chão pela frente. Novas histórias para serem escritas. Novos desafios. Mas essa foi definitivamente, a maior vitória dos últimos 3 anos. Talvez, a maior conquista de nossas vidas. E por isso, somos gratos. Somos conscientes da nossa força e das nossa fraquezas, não somos melhores que ninguém, mas também não somos piores. Teve  esforço, mas acima de tudo, teve Graça.

Jackson, There we go!


"Conheço as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; tendo pouca força, guardaste a minha palavra, e não negaste o meu nome." Ap. 3:18











quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Adeus, Ano Velho

Eu queria dizer que 2014 foi o ano que meu marido recebeu sua sonhada licença médica americana e começou a atuar como anestesista nos Estados Unidos. Mas foi o ano que eu perdi meu pai.
Eu poderia dizer que 2014 foi ano que troquei de visto para um melhor. me mudei pra uma casa no subúrbio, com quintal no fundo e crianças brincando na rua. Mas, foi o ano que perdi meu pai.
Eu bem que gostaria de dizer que 2014 foi o ano que minha filha se formou na High School, como nos filmes. Que ela foi ao baile, como nos filmes e que foi a mais linda entre todas as colegas. Mas, foi o ano que perdi meu pai.
 2014 foi ainda o ano que minha filha mais velha começou a faculdade dos sonhos e saiu de casa, dando um passo importantíssimo na vida dela. Mas, foi o ano que perdi meu pai.
 2014 foi o ano em que fiz grandes novas amigas e estreitei os laços com as velhas.  Foi o ano que minha filha do meio aprendeu a ler de verdade e está lendo vorazmente! 
2014 foi o ano que assumi meu lado Amélia em tempo integral, sem medo e sem (muita) culpa. Assei, cozinhei, fiz artesanato e costurei.
2014 foi o ano que me aproximei mais de Deus, assumi mais compromisso com Ele e com as coisas Dele. 
Mas, foi o ano que perdi meu pai.
E por mais que eu tente, por mais que eu queira, por mais que eu me esforce... 2014 foi e sempre será o ano que eu perdi meu pai. E isso me embaça os olhos, me ofusca a visão, me torce a garganta. Isso entorta minhas palavras e me tira o sono. 2014 ecoará pra sempre na minha memória como o ano mais triste da minha vida.
2014, o ano que perdi meu pai. 
Adeus, Ano Velho. 
Que venha 2015 com novidade de vida para todos.  Que venha uma nova perspectiva para todos nós. Que eu consiga olhar pra trás e dizer:

 2014, o ano que meu pai foi pro céu. 

E assim, fica mais fácil ser feliz.

Feliz Ano Novo!


segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Desenvolvendo um coração agradecido




Em tudo dai graças, pois esta é a vontade de 

Deus em Cristo Jesus para convosco.”

1 Tessalonicenses 5:18



Em tudo dai graças.”

Desde pequenina, ouço este versículo. 

Geralmente, isso acontecia quando a situação não 

estava muito boa. Sim, quando algo não saía 

como o planejado, este era o momento em que 

este versículo surgia em meio `as conversas. Um 

revés no caminho, uma pedra, um tropeço: “Em 

tudo dai graças”. Uma decepção, uma demissão, 

uma doença: “Em tudo dai graças”. Um filho que 

não nasceu, uma cura que não veio:  “Em tudo 

dai graças”. Confesso que sempre achei muito 

estranho  alguém poder agradecer por tantas 

coisas ruins.

Eu não conseguia compreender por que  Deus 

queria que fôssemos gratos por algo triste ou 

desagradável. Por toda a minha adolescência,  

continuei a ouvir este versículo - sempre em 

situações desfavoráveis. Cheguei a fazer alguns 

questionamentos. Que fé seria essa que nos exigia 

agradecer por tudo? Um tipo de lavagem cerebral 

que nos aliena? Um Deus que nos pede para 

agradecer por um diagnósstico ruim ou por uma 

porta fechada  me parecia exigente demais… 

Como seria isso possível?

Pouco a pouco, examinando as Escrituras Sagradas, fui 

entendendo o que Deus queria me dizer. Um pequeno 

detalhe linguístico faz toda a diferença. A Bíblia 

nos  diz  “em tudo” e não “por tudo.”

Uma outra tradução (NVI) esclarece ainda mais o 

significado: "Em tudo dai graças" é na verdade “Dai 

graças em todas as circunstâncias”. 

Penso que o que Deus quer de nós não é negação da 

realidade `a nossa volta, não é  nossa alienação frente `as circunstâncias. O que Ele 

nos ensina é que Ele deve ser o foco da nossa 

gratidão - e não os acontecimentos. Deus quer que 

nós sejamos gratos a Ele independentemente da 

situação. Não precisamos de circunstâncias 

favoráveis para  sermos gratos. Agradecemos por 

quem Deus é e por tudo que Ele nos faz-  essa é a 

base de um coração agradecido..

Uma atitude de gratidão começa reconhecendo 

que Deus é bom e  que a vida em si é uma dádiva 

graciosa dEle.  De uma forma prática,  “ Em tudo 

dai graças” significa que mesmo quando as coisas 

não vão bem, somos gratos a Deus.  Porque nossa 

gratidão é pelo amor dEle por nós e não pela 

nossa situação, quer seja boa ou ruim. Porque Ele faz por 

nós diariamente muito mais do que merecemos… 


Compreender essa gratidão, me fortaleceu no decorrer dos anos.  Pude pôr em prática em momentos

 ruins. Foi esse tipo de gratidão genuína que me deu um coração 

capaz de suportar a tristeza quando meus bebês não nasceram, porque pude agradecer pela filha que

eu já tinha. Foi um coração agradecido que me fortaleceu para superar a dor quando a cura do 

meu pai não veio - mesmo depois de termos pedido tanto! -  e ele se foi...

Pude agradecer por ter tido o privilégio imenso de tê-lo como pai - pelo tempo que Deus determinou.


Olhe `a sua volta...Quantas bênçãos Deus tem derramado em 

sua vida? São incontáveis!! 

Que possamos a cada dia olhar para Deus e 

agradecê-lo pelas inúmeras bênçãos que Ele nos proporciona.

Quer os dias sejam bons, quer sejam maus.


 Cristiane Tuma





P.S.: Hoje meu pai completaria 65 anos de idade e é a primeira vez que não vai ter festa. Dia mau e difícil.


terça-feira, 18 de novembro de 2014

Reflexões de aniversário

     Os 37 chegaram implacáveis: os cabelos brancos não só teimam em aparecer como teimam em ser maioria... Os olhos que já são pequenos, estão ainda  menores, espremidos por umas ruguinhas que não estavam ali há um ano atrás ( Eu juro! Não lembro delas...)
     Os 37 também chegaram com uma tristeza no fundo do coração por aquela ligação que não veio pela primeira vez... aquela benção costumeira  de todos os anos que  dessa vez não recebi e me fez uma falta danada. Porque ele sabia dar parabéns como ninguém!
     Mas, Deus gosta de surpreender a gente... E foi assim, antes que toda essa tristeza viesse `a tona e me roubasse a alegria de celebrar mais um ano de vida, que Ele me deu amigos de presente. E no alto dos meus 37 anos, ganhei quatro festas! Isso mesmo! Quatro! Com direito a bolo, brigadeiro e balão.  Festa como há muitos anos eu não fazia. E como há décadas (sim, sou velha) eu não ganhava!!
     Os 37 anos chegaram mesmo com festa. Festa por esses amigos maravilhosos que me fizeram sentir especial. Festa por ter vizinhas brasileiras! Festa por ter nascido em novembro - é outono aqui  e outono é minha estação favorita!! Festa por ter uma família linda, com  marido e filhas que só me enchem de orgulho. Festa por ter mãe e irmãos que me amam e estão todos bem. Festa por ter tido um pai que fez a diferença na minha vida.
     Depois de 36 anos recebendo as felicitações mais belas do mundo, sigo agora com os ecos daquela voz que tanto me abençoou. E que farão ressonância durante todos os meus anos de vida. É como se eu fosse ouvir para sempre, a cada 8 de novembro:

" Parabéns, filha, que Deus te abençoe ricamente. Que ele te dê muita saúde, paz, prosperidade. Que você continue andando nos caminhos de Deus. Que você tenha sabedoria para conduzir sua casa, que você tenha paciência com suas filhas, Que você tenha amor pelo seu marido e pelas suas filhas. Que você seja dedicada em tudo o que faz, que você continue sendo uma excelente mulher, uma mãe sábia, uma esposa temente a Deus. Que Deus te abençoe em todas as áreas da sua vida . Que você seja uma médica excelente, estudiosa, que tudo que você fizer possa prosperar, que você seja ande cada dia mais  debaixo da vontade do Senhor. Que sua família seja abençoada em todo lugar que andar e em tudo quanto fizer.  Papai te ama muito"
Algo assim...

Eu não falei que ele sabia dar Parabéns?


Festa 1 - BMH friends


Festa 1 - BMH friends
Festa 1 - BMH friends



Festa 2 - BPC friends
Festa 2 - BPC friends
Festa 3 - Vizinhas!! 
Festa 3 - Vizinhas!


Festa 4 - BMH estudo bíblico das manhãs

Festa 4 - BMH estudo bíblico das manhãs 





   

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Coisa de maluco

Aí, a pessoa resolve emagrecer. Mas, só quer saber de cozinhar. Em um dia tem pão caseiro, no outro dia bolo de cenoura com cobertura trunfada. Em um dia tem purê de batata, no outro tem feijoada. Ou churrasco. Ou macarronada. Ou lasanha. E queijo com goiabada.
...
Aí, a pessoa resolve prestar prova pro doutorado. Começa estudando 2 horas por dia. 2 horinhas? Moleza! Espreme o dia pra dar conta da roupa, da cozinha, da arrumação. Não dá.  Passa pra uma hora de estudo por dia. Mas, precisa arrumar o playroom, guardar a piscina plástica que está há dois séculos secando no quintal. E arrumar os livros. E lavar os banheiros. E aspirar a casa. Passa pra meia hora de estudo por dia. Não tem tempo mais nem de respirar. A pessoa desiste de tentar o doutorado esse ano.
...
Aí, a pessoa resolve espairecer pelo condomínio. A vista é linda, mas as casas estão levemente decoradas com esqueletos, túmulos e reunião de fantasmas. Tem até a cabeça de um bebê cortada e ensanguentada "enfeitando" um jardim . Cruz credo.
...
Aí, a filha chega cantando a música da "Boa Constrictor". Primeiro, a mãe tenta entender o que a pessoinha está falando. "Boa" pode ser "Bowel", "Bowl", "Bow", "Bowl of"...  A mãe pensa em tudo menos em "Boa", que afinal não é uma palavra em inglês. Mas, enfim,  a mãe vai ao youtube para cantar a música com a pequena. Qual não é a surpresa da mãe da criança! Trata-se de uma música que fala sobre uma criança sendo engolida por uma sucuri. (Boa constrictor é o nome científico do bicho)  Hello? É isso mesmo que estão ensinando nossas crianças?  Pode isso, Arnaldo? Vai ser ecologicamente correto assim lá nos headquarters do Greenpeace!
...
Aí,  a pessoa dá uma olhadinha na página do condomínio no facebook e descobre que pode receber a qualquer momento, a visita inesperada de um jacaré ( sim, apareceu na porta de uma casa no condomínio vizinho), de uma cobra ( aqui no condomínio mesmo), ou de um coiote ( um lobo dessas bandas). Sem contar gambás inofensivos, não fosse pelo aroma. Olha que básico!
..
Aí, a pessoa cansada de tanta maluquice, resolve terminar a semana ( ou começar, depende do ponto de vista), tomando um suco verde detox enquanto esculpe a própria abóbora e percebe que está cantarolando a música abaixo.



Coisa de maluco.





sexta-feira, 12 de setembro de 2014

VELHA

Mais uma pérola das pequenas comigo, pra animar essa sexta-feira. Confiram o diálogo.

B= Mãe, tinha esse joguinho aqui na sua época? (mostrando o ipad)
M= Não, bem. Na época da mamãe não tinha ipad.
B= E tinha esse joguinho no celular?
M= Não, amor. Na época da mamãe, não tinha celular.
B= E no computador?
M=Não, baby. Na época da mamãe não tinha computador.
B= E Playstation?
M=Não.
B= Wii?
M=Nope
B= (pensa, pensa.)

Mãe... vc nasceu antes ou depois de JESUS???
***